12 experiências marcantes das minhas 12 viagens de 2014

Já são quase 25 anos viajando compulsivamente – desde meu primeiro camping selvagem, em 1990 – e quase metade deles dedicados ao jornalismo de viagem. Em alguns anos – como em 2001 e 2002, quando eu cobria Fórmula Indy e morava em Nova York –, cheguei a viajar mais: cheguei a contar 150 voos por uns 15 países naquele período. Também tive anos com poucas e intensas viagens – foi o caso de 2011, quando realizei o sonho de conhecer a Antártica com o Amyr Klink –, assim como vivi anos em que fui muitas vezes para o mesmo lugar – em 2013, viajei 3 vezes e passei no total quase 3 meses na Amazônia. Mas 2014 foi especial pela altíssima média tanto no quesito quantidade como qualidade. Comecei o ano em Punta del Diablo, no Uruguai, pulei carnaval em Recife e Olinda, assisti à Copa do Mundo de futebol em Belo Horizonte. Pirei em algumas das metrópoles mais fascinantes do mundo, como Nova York, Berlin, Roma, Viena. Tive o privilégio de voltar à Índia, à Tailândia, à Etiópia, à Islândia. E quando eu achei que a overdose de beleza tinha acabado, recebi o convite-surpresa para enfim conhecer a Nova Zelândia – por quem agora morro de amores. Vários posts e matérias sobre cada um já foram compartilhados pelo Same Same. Agora faço um resumo dos highlights das experiências nos 12 destinos que visitei nesses 12 meses. Que 2015 seja tão ou mais intenso.

 

PUNTA DEL DIABLO, URUGUAI:

Entrei em 2014 como mais gosto: na praia e com gente amada. Apesar da água fria, Punta del Diablo, no Uruguai, não tem muvuca, oferece um chalé mais lindo que o outro, comida de primeira e aquele povo muy buena onda.

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KERALA, ÍNDIA:

Ganhei um concurso de Facebook e viajei com 27 blogueiros de 14 países por 17 dias pelo Sul da Índia. Amei aquela Torre de Babel contemporânea, as incríveis massagens ayurvédicas, a imersão no pedaço mais suave da Índia.

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RECIFE e OLINDA, PERNAMBUCO:

Meu amado Rio que me perdoe, mas tive de repetir o carnaval nas ruas de Recife e Olinda. Me vesti de palhaço, hippie e índio no mais democrático dos grandes carnavais brasileiros. Crianças, travestis e vovós dançando juntos!

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BANGKOK, PUKHET E CHIANG RAI, TAILÂNDIA:

Eu já gostava dos templos, do aroma de incenso e dos sabores de Bangkok, da cor do mar de Pukhet, das massagens incríveis e baratinhas da Tailândia. Mas dessa vez conheci Chiang Rai, ao norte, e aprendi a pilotar elefantes!

Apresentação en um dos restaurantes do Hotel Mandarin Oriental
Apresentação en um dos restaurantes do Hotel Mandarin Oriental

 

LALIBELA E ADDIS ABEBA, ETIÓPIA:

A capital Addis eu tinha conhecido em 2013, mas dessa vez subi ao norte do país e vivi os rituais espirituais fantásticos a São Jorge e Santa Maria. Tive de acordar no meio da noite para orar nas incríveis igrejas de pedra de Lalibela.

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NOVA YORK, EUA:

Vivi 48 horas de arte na cidade mais legal do mundo – e me surpreendi vendo o trabalho dos brasileiros Lygia Clark, Kobra, Tunga e Adriana Varejão brilhando em Nova York. Ah, e enfim conheci o sensacional DIA/Beacon.

Espetáculo The Queen of The Night (foto de Gabriel Rinaldi, www.gabrielrinaldi.com)
Espetáculo The Queen of The Night (foto de Gabriel Rinaldi, www.gabrielrinaldi.com)

 

BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS

Quase tive uma taquicardia fatal no jogo Brasil x Chile da Copa do Mundo de futebol em Belo Horizonte, que terminou com disputa de pênaltis. Eu e minha família fomos pra lá de ônibus, em cima da hora. E adoramos a nossa copa.

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ROMA, ITÁLIA:

Fiz uma imersão na Roma Imperial: pedalei na Via Ápia antiga, conheci o subterrâneo do Coliseu, desci a catacumbas milenares. Foi demais assistir a projeções sobre ruínas para conhecer a saga de Augusto, Júlio César, Nero…

Fórum de Augusto com projeção multidimensional
Fórum de Augusto com projeção multidimensional

 

ISLÂNDIA:

Na minha primeira vez, no verão de 2010, eu vi a Bjork na balada e pirei no sol da meia-noite. Dessa vez, em setembro, eu caminhei em glaciar, voei sobre um vulcão ativo e, quem diria, vi minhas primeiras auroras boreais.

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NOVA ZELÂNDIA

Recebi o convite numa quarta, viajei na sexta. E fiquei perdidamente apaixonado pela Nova Zelândia, onde fiz 3 sobrevoos de helicóptero, interagi com os maori e sobrevoei o vulcão de White Island, pousando na sua boca.

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BERLIM, ALEMANHA

Entrei em um bunker que virou a galeria de arte Boros, celebrei 25 anos da Queda do Muro de Berlim, entendi como a reciclagem do passado triste em presente feliz transformaram Berlim na capital mais vibrante da atualidade.

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VIENA, ÁUSTRIA

Bebi muito vinho quente nas “quermesses” dos superiluminados mercados de Natal, conheci palácios e museus centenários cheios de história, segui os passos de Klimt e Freud pela Ringstrasse. E vou querer voltar, mas no verão.

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Na Índia ninguém diz bom dia, por favor e obrigado

Em cada um dos, sei lá, vinte e tantos hotéis que nós, os 27 travelwriters do #KeralaBlogExpress, visitamos em 17 dias, fomos recebidos como marajás. Lindas indianas vestidas com sáris reluzentes vinham até o ônibus colocar colares de flores cheirosas nos nossos pescoços e pintar nossas testas – ou nossos “terceiros olhos” – com um pingo de pasta de cores vistosas como vermelho e amarelo (como é comum em vários templos hindus). Em meio ao aroma de incenso, toalhinhas umedecidas e refrigeradas chegavam na bandeja seguinte, em uma simpática iniciativa para amenizar o bafo quente da vida real sem ar-condicionado do mês de março no Sul da Índia. Continuar lendo Na Índia ninguém diz bom dia, por favor e obrigado

Kerala é uma doce “India for beginners”

Gente demais, sujeira demais, barulho demais, assédio demais, informação demais. Se você tem o desejo de conhecer a Índia mas tem receio de se incomodar com essa dura realidade do país, comece por Kerala.

 

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Meu segundo, terceiro e quarto dias estreando nesta tripa de terra que se alonga pelo sudoeste indiano chamada Kerala foram suficientes para eu ter uma primeira impressão radicalmente diferente daquele que experimentei dez anos atrás. Aqui a Índia te recebe sorrindo. O clima de praia deixa todo mundo zen. As pessoas te cumprimentam simpaticamente nas ruas sem querer nada em troca. O excesso de informação visual está aqui como em todo o resto do país – são muitos templos, tuc-tucs, pessoas de testa pintada vestindo roupas coloridas –, mas sem aquela sensação de overdose comum especialmente nas metrópoles do centro e do norte.

 

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Em 2004, Nova Dehli me recebeu com o trânsito mais assustadoramente caótico e barulhento da minha vida (eu ainda não tinha conhecido o Cairo). As ruas eram abarrotadas de lixo, turistas com cara de gringo como eu eram objeto de todo tipo de assédio. Ao final de quase dois meses explorando o Norte (Agra, Varanasi e cidades do Rajastão), terminei a trip em Mumbai (depois de dar um pulo em Goa e no Nepal) incomodado com os mendigos que puxavam meu braço pedindo esmola e os travestis implorando por comida porque são párias excluídos da sociedade.

 

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O lixo e as buzinas também existem nos lugares onde passei até agora, as cidades de Trivandrum, Kovalam, Varkala, Kollam e Kumarakon. Mas a beleza do cenário e o ambiente relaxado fazem o estrangeiro se acostumar com isso rapidamente. Há boas razões para eles serem tão agradáveis. Estamos no estado mais bem-educado do país: 93% dos habitantes sabem ler e escrever. O fato de ter se desenvolvido em meio a mercadores de especiarias e de marfim vindos de toda parte – chineses, árabes, romanos, portugueses… – há mais de 3.000 anos a deixou cosmopolita, acostumada com as diferenças, e pacífica. “No norte, o histórico deixou as pessoas mais duras”, me explicou o sábio Anil Kumar, gerente do Coconot Lagoon, um  rústico (e delicioso) hotel quatro estrelas à beira do rios de Kumarakon. O jantar com ele ontem foi uma aula de história e cultura indianas. E o hotel tem encantadores bangalôs de madeira (com banheiro ao ar livre, sem teto!) diante do lindo lago Vembanad.

 

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Ontem passamos a tarde passeando de barco pelos canais de Kumarakon, vendo a singela vida dos ribeirinhos e conhecendo lindas experiências de turismo comunitário que sustentam 7000 pessoas no estado. Daqui a pouco sigo para mais uma massagem ayurvédica – não vejo a hora – e passaremos a próxima noite embarcados em um dos luxuosos “boat houses” pelas backhouses.

Se eu fosse vocês, não perderia o próximo post.

 

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Código de Ética SS:

Viajei a convite do Kerala Tourism após ficar em 23o lugar entre os bloggers de viagem mais votados do mundo (entre 600 inscritos) no concurso Kerala Blog Express. Os destinos, hotéis e restaurantes ofereceram seus serviços de graça.

Esta viagem não teria acontecido sem o patrocínio da Ethiopian Airlines (www.ethiopianairlines.com), recém-chegada ao Brasil, e que bancou as passagens aéreas entre São Paulo e Mumbai, via Addis Ababa, na Etiópia.

Dessa vez, Índia me recebe em paz

A vida é feita de imprevistos, e a gente tem certeza disso quando viaja e tem de se adaptar a uma dose intensa de experiências de vida.

 

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Tive mais um exemplo disso hoje, ao desembarcar depois de 30 horas de viagem para o #KeralaBlogExpress e não ter ninguém me esperando no aeroporto. Foi um atraso rápido, talvez de 15 minutos, mas que durou uma eternidade para mim que fui o último a restar no saguão de desembarque do simplório aeroporto de Trivandrum (abreviatura carinhosa para o isoletrável nome da capital de #Kerala, Thiruvananthapuram). Não havia sinal de wi-fi para que eu pudesse checar se tinha recebido algum e-mail com explicação sobre o que estava acontecendo. Meu celular naturalmente não funcionava no extremo sul da Índia. E o cheio-de-good-karma adolescente que atendia na portinha de informações turísticas e se disponibilizou a ligar do seu próprio celular para meus anfitriões do @KeralaTourism recebia mensagem de que aquele número não existia (sem contar que o amigo não tinha nem um computador pra eu poder pedir pra checar meu gmail).

 

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Quando eu já sondava o preço do táxi para me levar pelos 38 km até o #Estuary IslandResort em Poova… Hare Krishna Hare Hare! Aparecem Reji e Sooraj, meus anjos da guarda hindus, com meu nome completinho escrito num ipad. Não sei quem ficou mais feliz: eu, zureta de cansaço; o Reji, motorista que estava fazendo aquele bate-e-volta pela 27a vez; ou o Sooraj, um imberbe funcionário do departamento de mídias sociais da agência #Starck, que desenvolveu para o cliente #KeralaTourism esta campanha ousada para divulgar o turismo da região mundo afora. Os dois anfitriões pegaram um baita trânsito em meio ao mar de tuc-tucs que não param de buzinar um segundo, coitados, e achavam que tinham me perdido. Justo eu, o último dos 27 blogueiros (sim, vieram dois a mais que os 25 anunciados, ainda não entendi o porquê) a desembarcar, e logo no primeiro dia dessa espécie de press trip de 17 dias com travelwriters de 14 países subindo o estado de Kerala de Sul (Trivandrum) a Norte (Kochi).

 

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Os imprevistos haviam começado cedo dessa vez. Quando, ainda em São Paulo, cheguei ao aeroporto de Guarulhos crente que estava ali duas horas antes do embarque, não havia viv’alma no check-in. Nada. Nem passageiros, tampouco funcionários da Ethiopian Airlines. Como o voo estava programado para partir 1h15 do domingo, dia 9, já achei que tinha repetido o vacilo de chegar na madrugada errada. Mas não. Eu tinha adquirido o bilhete, graças a uma cortesia incrível da Ethiopian Airlines, antes do fim do horário de verão. Ou seja: o voo partiria às 24h15, e os funcionários já estavam quase todos cuidando do embarque dos 99 passageiros – cabem 270 nos gigantescos Dreamliner Boeing 787-8 que fazem as rotas Guarulhos-Lome/Togo(7h) – Togo-Addis Abaaba/Etiópia (+5h)  e também Addis-Mumbai/Índia (+5h). A boa notícia, depois que uma atendente se materializou de repente e eu fui o último a embarcar, todo esbaforido, é que eu teria três assentos para me esparramar desmaiado na classe econômica. Eu não disse que a vida é feita de imprevistos?

 

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Mas eu contava da chegada (e isso aqui é um blog, e não um livro). Ao chegar ao hotel #EstuaryIslandResort e me deparar com a piscina de frente para um gramado com redes,  sentir a brisa do estuário e mirar a praia linda adiante, tive uma certeza: eu não iria almoçar em 15 minutos, sem tomar banho depois daquela maratona, só pra encontrar meus 26 coleguinhas no programa do primeiro dia. Assumi minhas limitações físicas e psicológicas para atitude tão guerreira e fui liberado, sem pressão contrária alguma de Reji e Sooraj, para descansar. Hare Hama, Hare Hare!

 

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A ordem foi: banho demorado em um dos 88 quartos do hotel + almoço (um sensacional ensopado de camarões ao leite de coco com arroz, no restaurante do hotel #EstuaryIslandResort à beira do estuário) + travessia de barquinho pra um banho de mar entre pescadores artesanais (me chamaram pra ajudar o barco pro mar, foi beeem roots) + 1h40 da inesquecível-enlouquecedora-relaxantíssima massagem ayurvedica neste que é o berço da medicina tradicional indiana. Foram os 140 reais mais bem pagos dessa minha encarnação, Brahma que não me deixe mentir. Além da massagem (que inclui um esfrega-esfrega na cabeça que ressuscita até uns neurônios que o stress do jornalismo tinha assassinado) e da pressão de uma espécie de bucha com ervas quentes em cada DNA da minhas células, fiz meu debut no sirodhara, aquele método em que um filete de óleo quente é derramado parece-que-por-horas no terceiro olho da sua testa. Se eu pudesse, levava o Soodish, o massagista, pra fazer isso em SP todos os dias da minha vida. Hare Om, Hare Om, Hare Om.

 

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Quando eu saio da massagem, levitando a um palmo do gramado, sou avisado de que vai começar a apresentação de Kathakali, uma tradição Keraliana que existe desde o século 2 e que assumiu sua forma de espetáculo de dança, teatro e percussão “recentemente” (para os padrões indianos), no século 17. Eu já tinha visto, à tarde, o Bijulal, o Hairi e o Prasda se maquiando, juro, por umas três horas. Mas quando eles chegaram todos paramentados, me deu vontade de indicá-los também ao Oscar de melhor figurino. Por 1h15 eles contaram, à beira do estuário, duas lendas retiradas do sagrado Mahabharatha, com direito a simulação de luta e de morte, sempre ao som-alterador-de-consciente de dois tambores e daqueles pratinhos estridentes indianos.

 

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Só no final disso tudo, quando fui para o jantar, é que finalmente conheci, ainda que rapidamente, alguns dos outros viajantes do grupo, que tinham passado o dia pra –lá-e-pra-cá visitando a região. Talvez eu tenha deixado de conhecer coisas legais – disseram que o pôr-do-sol em Kovalam Beach foi sensacional. Mas garanto que não havia forma mais prazerosa de as divindades indianas me receberem de novo na Índia, dez anos depois da primeira viagem, do que do jeito que fui bem tratado em Kerala. Namasté!

 

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Código de Ética SS:

Viajei a convite do Kerala Tourism após ficar em 23o lugar entre os bloggers de viagem mais votados do mundo (entre 600 inscritos) no concurso Kerala Blog Express. Os destinos, hotéis e restaurantes ofereceram seus serviços de graça.

Esta viagem não teria acontecido sem o patrocínio da Ethiopian Airlines (www.ethiopianairlines.com), recém-chegada ao Brasil, e que bancou as passagens aéreas entre São Paulo e Mumbai, via Addis Ababa, na Etiópia.

Tudo pronto para viajar a Kerala

Bem, na verdade não está tudo tão pronto assim. Falta eu finalizar alguns trabalhos para poder viajar tranquilo. Mas a mala já está quase pronta, as passagens impressas, o visto de jornalista confirmado. A partir de segunda-feira, dia 10 de março, me junto a outros 26 viajantes que chegam de várias partes do planeta para começar uma expedição de 17 dias pelo Sul da Índia. O #keralablogexpress parte de Trivandrum, no Sul, e termina em Kochi, ao Norte, passando por lugares como Kovalam e Kumarakon.

Fort Kochi (foto Kerala Tourism)
Fort Kochi (foto Kerala Tourism)

O roteiro organizado pelo #Kerala Tourism já está detalhado no site deles, o www.keralablogexpress.com, mas minha saga começa bem antes. Graças a mais uma parceria de sucesso com a Ethiopian Airlines (que tem passagens de ida e volta para a Índia por cerca de 1.000 dólares!), meu voo parte de Guarulhos para Addis Ababa, capital do país africano, e de lá eu sigo em voo direto para Mumbai. Por fim, pego outro voo regional para Trivandrum.

Kovalam (foto Kerala Tourism)
Kovalam (foto Kerala Tourism)

A primeira dobradinha que fiz com a Ethiopian, em dezembro, foi fundamental para eu ter tido o prazer de publicar seis páginas no Caderno Viagem, do Estadão, sobre o Egito, na terça, 25 de fevereiro. Dessa vez, na volta de Índia, retornarei à Etiópia com 5 noites para produzir matérias sobre o país.

Apesar de uma comunicação inicialmente meio truncada com os organizadores, a viagem à Índia começou a ficar mais clara depois do anúncio oficial dos ganhadores via twitter. Depois disso, os expedicionários já fizeram várias conexões bacanas. Do Brasil, por exemplo, seremos três representantes. Eu, pelo Same Same, o Oscar Augusto Risch Neto, que mora na Nova Zelândia e toca com o namorado Maurício o excelente www.MauOscar.com, e a Gaía Passarelli, do suculento www.gaiapassarelli.com, também louca por música e ex-VJ da MTV. Os dois já estão chegando por lá.

Kumarakon (foto Kerala Tourism)
Kumarakon (foto Kerala Tourism)

Tem muito mais gente bacana. Acompanhem no link. E não deixem de frequentar o Same Same durante todo o mês de março. Para não perderem nada, sigam também os posts curtos no Twitter @samesameblog (compartilhem!) e as fotos pelo Instagram samesamephoto. Namasté!

 

 

Blog é eleito para viajar para a Índia

Vejam só a grande novidade do dia: “Hi Daniel, Greetings from Kerala Tourism! Congratulations! You are one of the bloggers shortlisted from over 500 entries for the Kerala Blog Express Road Trip organized by Kerala Tourism!” É isso mesmo, pessoal. Vou pra Índia. Eu achava que já estava fora, cheguei até a publicar que não tinha sido dessa vez. Que bom que eu estava errado. Segundo o anfitrião, 25 dos 500 inscritos (eu tinha entendido que seriam só 20…) conseguiram votos suficientes para fazer parte dessa expedição de blogueiros de todo o mundo, e eu fui um deles. Agora tenho de achar uma brecha na agenda de trabalhos para passar duas semanas de março experimentando as diferenças culturais do lugar. Estive no país 10 anos atrás, em 2004, mas não conheci o Sul. Agora não vejo a hora. Muito obrigado a todos que votaram e compartilharam!

Índia, a viagem que virou lenda – Parte I

Amados amigos e queridos leitores, não vai ser dessa vez que eu vou voltar à Índia. A votação do #keralablogexpress foi encerrada na quarta, dia 15, quando eu estava na posição 23 entre os mais votados. E apenas os 20 primeiros vão embarcar na expedição de blogueiros pelas praias de #Kerala. Mas eu fiquei tão feliz e lisonjeado com a carinhosa mobilização virtual – com esse Facebook a gente pode, mesmo, mudar o mundo… – que vou cumprir, mesmo candidato derrotado, uma das minhas promessas de campanha. Compartilho aqui uma das experiências – um vexame, na verdade – que vivi na minha primeira incursão à Índia e ao vizinho Nepal, exatos 10 anos atrás. Em 2004, viajei com três amigos e passei quase 2 meses entre templos-de-todos-os-santos, banheiros sem papel higiênico e vacas desgovernadas. Tudo ia bem até que chegou o dia em que eu caí do alto do trono da minha arrogância. Continuar lendo Índia, a viagem que virou lenda – Parte I

Pedindo votos para ir a Kerala, Índia

Atenção, tripulação: termina na quarta, 15 de janeiro, a votação da #keralablogexpress para eleger os 20 blogueiros de viagem de todo o planeta que farão parte de um expedição por #Kerala, a linda região do sul da Índia. Trata-se de uma bela idéia do Departamento de Turismo de Kerala para incentivar o turismo utilizando a melhor ferramenta de divulgação de destinos da atualidade: os blogs. Seja um cabo eleitoral do Same Same! Clique em http://keralablogexpress.com/user/single_participant/8196 , dê seu voto, compartilhe pelo Facebook e convoque seus amigos a votar também!