COMO TODOS OS GRANDES VIAJANTES, EU TENHO VISTO MAIS DO QUE ME LEMBRO, E ME LEMBRO MAIS DO QUE TENHO VISTO.

 

Essper George, personagem de Benjamin Disraeli no romance Vivian Grey (1826)

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O blog do Same Same traz relatos dos bastidores das reportagens reproduzidas neste site portfolio. São pequenas histórias que não foram contadas nas revistas em que foram publicadas.
 
quinta-feira, 26 dezembro 2013
Capa livro

Especialmente para produzir o livro sobre o rio Amazonas, rodei um bocado pelo Brasil no ano passado. Comecei 2013 no Monte Roraima, nas alturas do Norte do país. Fiz também uma rota oeste-leste completa: entrei na Tabatinga amazônica navegando desde Santa Rosa, no Peru, e Letícia, na Colômbia, e alcancei o Atlântico logo ali no Amapá, pertinho do Oiapoque. Sem planejar, acabaria o ano também ao nível do mar no extremo Sul, cruzando a fronteira do Chuí. E acabei fazendo o ranking das minhas 10 melhores experiências de viagem no ano. Leia mais…

 
quinta-feira, 12 dezembro 2013
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Há algo de fascinante do desleixo com que são exibidas as 12.000 peças do Museu do Egito, meu primeiro programa na cidade do Cairo – onde pisei na quarta-feira, 11 de dezembro de 2013. Qualquer mortal pode chegar a um centímetro de praticamente qualquer obra, até mesmo cheirar e tocar sarcófagos e estátuas originais de milhares de anos antes de Cristo. Há no máximo um vidro cheio de marcas de dedos protegendo peças mal iluminadas e identificadas apenas por um pedaço de sulfite carcomido. Algo que deve dar urticária nos museólogos que cuidam tão bem das peças-irmãs exibidas no Louvre ou no British Museum. Mas as autoridades egípcias parecem não se importar, acostumadas que estão a conviver com maravilhas arqueológicas tão resistentes ao tempo e fartas (só o acervo permanente tem 150.000 peças). E não há melhor momento para mergulhar na cultura desse país tão importante para a humanidade: como os turistas escassearam desde a eclosão da chamada Primavera Árabe no Egito, em 2011, os viajantes não enfrentam filas e os preços estão ainda mais baratos que antes.

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Partiu. O Boeing 787 da Ethiopian Airlines decolou de Guarulhos perto das 2h da manhã da terça, dia 10 de dezembro de 2013, com destino ao Cairo, no Egito. Ouvir a língua etíope da boca das belas comissárias, sorridentes e vestidas à caráter, já deu o gostinho das novidades culturais que vêm por aí. Logo serviram o kolo, uns grãos crocantes de cevada torrada, servido com grão de bico sequinho e que costuma acompanhar o famoso café etíope. Minuto de sabedoria do voo: fico sabendo pelo cardápio que as sementes de nossa bebida-exportação tão amada mundo afora tem origem na província de Kaffa, na Etíopia – daí seu nome. Também me divirto com o rótulo da cerveja local, a Saint George: se aquele São Jorge montado num dragão estivesse nos bares de São Paulo, faria um sucesso danado.

 

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terça-feira, 3 dezembro 2013
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Esqueça aquela idéia estereotipada que temos no Brasil sobre a massagem tailandesa. Você não será recepcionado por uma bela oriental de seios avantajados louca para se esfregar no seu corpinho. Pelo contrário. Como vai perceber quem ler a reportagem sobre os templos do bem-estar de Bangcoc, que escrevi para a revista Veja Luxo que chega as bancas nessa primeira semana de dezembro, massagem, na Tailândia, é coisa séria. Os profissionais, homens e mulheres, estudam ao menos 200 horas em uma espécie de universidade de medicina tradicional para entrar nesse mercado supercompetitivo. A clientela é farta, tanto de nativos como de estrangeiros (receber massagem é a atividade mais obrigatória que um turista deve fazer ali). Nos 10 dias que passei em Bangcoc com  a fotógrafa Andréa D’Amato, fizemos praticamente uma massagem a cada dia. Também, pudera: dá para receber uma hora de terapia por apenas 15 dólares. Normalmente, o cliente escolhe se prefere mãos de mulher ou de homem. Escolheu mulher? Como cantaria a tal Aline, prepara! Aquelas aparentemente inofensivas mãozinhas das moças tailandesas são de uma potência surpreendente. Leia mais…

 
 

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