Dormimos naquele sábado à noite na palafita com paredes de tela, com o maior rio do planeta pulsando dois metros abaixo de nossas redes. Absortos pelos mil sons dos seres amazônicos, com a lua cheia abençoando tudo, nós e a natureza viramos uma coisa só.

 

(na Reserva de Mamirauá, Amazonas, abril de 2013)

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