COMO TODOS OS GRANDES VIAJANTES, EU TENHO VISTO MAIS DO QUE ME LEMBRO, E ME LEMBRO MAIS DO QUE TENHO VISTO.

 

Essper George, personagem de Benjamin Disraeli no romance Vivian Grey (1826)

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O blog do Same Same traz relatos dos bastidores das reportagens reproduzidas neste site portfolio. São pequenas histórias que não foram contadas nas revistas em que foram publicadas.
 
quinta-feira, 12 dezembro 2013

Partiu. O Boeing 787 da Ethiopian Airlines decolou de Guarulhos perto das 2h da manhã da terça, dia 10 de dezembro de 2013, com destino ao Cairo, no Egito. Ouvir a língua etíope da boca das belas comissárias, sorridentes e vestidas à caráter, já deu o gostinho das novidades culturais que vêm por aí. Logo serviram o kolo, uns grãos crocantes de cevada torrada, servido com grão de bico sequinho e que costuma acompanhar o famoso café etíope. Minuto de sabedoria do voo: fico sabendo pelo cardápio que as sementes de nossa bebida-exportação tão amada mundo afora tem origem na província de Kaffa, na Etíopia – daí seu nome. Também me divirto com o rótulo da cerveja local, a Saint George: se aquele São Jorge montado num dragão estivesse nos bares de São Paulo, faria um sucesso danado.

 

 

O primeiro voo dura 7 horas e termina em Lomé, no Togo, país da África Ocidental que tem uma praia linda e praticamente nenhum prédio na capital.

 

 

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Depois de duas horas de parada para abastecer e esticar as pernas, seguimos para Adis Abeba, 5 horas distante.

 

 

O "kolo", grãos de cevadas típicos da Etiópia

O “kolo”, grãos de cevadas típicos da Etiópia

 

Na capital da Etiópia trocamos de aeronave e seguimos para mais uma 2h30 até o Cairo, felizmente pela mesma companhia – que serviu comida de primeira, exibia novidades do cinema como Blue Jasmine, do Woody Allen, e um delicioso cabernet-shiraz sul-africano que até anotei pra comprar: Lanoy Boschendal 2011.

 

Lomé, no Togo, vista de cima (foto samesamephoto)

Lomé, no Togo, vista de cima (foto samesamephoto)

 

No voo, eu e meus três companheiros de viagem conhecemos um grupo de brasileiras que aproveitou os preços baixos da Ethiopian, que começou a operar no Brasil há apenas 4 meses, para voar para Bangkok, na Tailândia. Pagaram só 2.000 dólares por ida e volta (e ainda dá pra usar milhas da Star Alliance).

 

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Bolachinhas em forma de avião também servidas no voo

 

Para o Cairo, o bilhete de econômica sai ainda mais barato: 600 dólares por perna. Depois de umas 20 horas, pousei na capital do Egito de madrugada. Cansado, mas feliz por estar prestes a realizar o sonho de conhecer as pirâmides.

 
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